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Energia, Informática e Civilização
Abel Gomes
Departamento de Informática da Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior

As inovações científicas e tecnológicas tidas na aventura da humanidade têm acelerado a tendência para o uso cada vez maior de energia per capita. A invenção do coque foi o motor da revolução industrial, pois isso permitiu potenciar a quantidade de energia disponível em várias indústrias. Da mesma maneira, as sociedades modernas não evoluem mais rapidamente, porque as necessidades de energia seriam incomportáveis para a capacidade de produção atual. Daí que a invenção duma fonte de energia controladamente inesgotável e capaz de levar a humanidade para patamares de civilização nunca vistos tem sido o desígnio de muitos físicos, matemáticos e engenheiros nos últimos cem anos.
A civilização parece prisioneira da energia. Mas, de certo modo em contracorrente, a invenção do transístor impulsionou a revolução de computadores e das sociedades no século passado sem que fossem necessárias tremendas quantidades de energia. O transístor é tão só a matemática e a física em sílica e fala a linguagem de ligar e desligar a luz.

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